quarta-feira, 3 de outubro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
desabafo...
Acerca desta foto:
Ora bem... o rapaz, não pode dizer nada, não pode manifestar o seu desagrado (como qualquer um de nós o faz) que toda a gente lhe cai em cima.
Tudo bem que ele ganha rios de dinheiro, deve ter umas quantas contas recheadas de euros, e blá, blá, blá... mas é dele. É fruto do trabalho dele.
Se é justo ganhar tanto???! Não, não é! É uma disparidade muito grande em relação às outras pessoas, mas... tanta injustiça há por aí e ninguém fala disso.
As criancinhas têm fome sim senhor, e hão-de continuar a ter... e não há-de ser o Cristiano ou outros milionários que lhes tirarão a fome.
Enquanto o ser humano continuar pobre de valores, a viver numa sociedade cada vez mais podre, as criancinhas continuarão cheias de fome e nós, olharemos para estas imagens, ficaremos tristes/revoltados, mas continuaremos aqui, impávidos e serenos, a assistir (plo ecrán) à degradação do ser humano...
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
WTF?????!??!
Bem, eu nem quero acreditar no que acabei de ler... o artigo já é de 2010, mas mesmo assim... a senhora devia estar com uma azia... (p'ra não dizer outras coisas).
Eu, que faço parte das "gordinhas", só tenho uma coisa a dizer: ser educado é tão, mas tão bonito... tão, mas tão importante...
http://sol.sapo.pt/inicio/Opiniao/interior.aspx?content_id=250&opiniao=Opini%EF%BF%BDo#.UDdShNeVBFx.blogger
(perdoem-me o título que dei ao post...)
Eu, que faço parte das "gordinhas", só tenho uma coisa a dizer: ser educado é tão, mas tão bonito... tão, mas tão importante...
http://sol.sapo.pt/inicio/Opiniao/interior.aspx?content_id=250&opiniao=Opini%EF%BF%BDo#.UDdShNeVBFx.blogger
(perdoem-me o título que dei ao post...)
segunda-feira, 30 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
que tristeza...
O final de um ano letivo é sempre medonho. Este, está a ser (particularmente) assustador.
Cortam-nos os pés, as mãos, os braços... que mais irão cortar??!
Sinto-me triste com o meu país... sinto-me triste com tanta podridão...
:((
quinta-feira, 12 de julho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
'eu só quero que você saiba...'
"Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem"
(Marisa Monte)
domingo, 17 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
acerca de "saltar etapas"...
Li, na mensagem do Papa Bento XVI aos namorados (por altura do Dia de S. Valentim), e partilho:
"Tende coragem de parar para falar a dois, partilhar dificuldades, objectivos e sonhos, conhecer hábitos, qualidades e defeitos [...] é dessa reflexão e partilha a dois que pode nascer uma relação sólida e autêntica. [...]Como namorados estais a viver uma fase única, que abre para a maravilha do encontro e faz descobrir a beleza de existir e de ser preciosos para alguém, de poder dizer um ao outro: tu és importante para mim. Vivei com intensidade, gradualidade e verdade este caminho. Não renuncieis a perseguir um ideal alto de amor, reflexo e testemunho do amor de Deus! [...] Durante o namoro, é importante que a verdade do amor ocupe sempre lugar de destaque, sobrepondo-se a caprichos ou teimosias pessoais, que acabam por prejudicar ou mesmo destruir uma relação, interrompendo o caminho que se começou a percorrer em conjunto. Procurar a verdade do amor implica também que aqueles que começaram um percurso em comum se respeitem e tenham coragem para assumir uma atitude de humildade (que não é sinónimo de fraqueza ou derrota pessoal). [...] Namorar é uma caminhada de crescimento pessoal e a dois, que tem de se desenvolver gradualmente. Ele e ela têm de “dar tempo ao tempo” e perceber que cada coisa, cada passo em frente tem um tempo próprio para acontecer. Acelerar as etapas acaba por “comprometer” o amor, que ao contrário precisa de respeitar os tempos e a gradualidade nas expressões: tem necessidade de dar espaço a Cristo, que é capaz de tornar um amor humano fiel, feliz e indissolúvel. [...] A fidelidade e a continuidade do vosso gostar um do outro tornar-vos-ão capazes de estar também abertos à vida, de ser pais: a estabilidade da vossa união no Sacramento do Matrimónio permitirá que os filhos que Deus vos conceder cresçam confiantes na bondade da vida. Fidelidade, indissolubilidade e transmissão da vida são os pilares de qualquer família, verdadeiro bem comum, património precioso para toda a sociedade."
E pronto, é isto! :)
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sorte grande...
Por vezes, é mesmo assim:
Oh... que belo casamento de vozes...
"agarrado a ti, vou sem hesitar..."
:)
Oh... que belo casamento de vozes...
"agarrado a ti, vou sem hesitar..."
:)
sexta-feira, 1 de junho de 2012
1/1/2012... 1/6/2012
No dia 1 de Janeiro de 2012 dei o primeiro passo.
Passados 5 meses, eis o resultado: menos 14,2 kg!
Espectáculo! (digo eu...)
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quando nos apaixonamos...
"Quando nos apaixonamos, ou estamos prestes a apaixonar-nos, qualquer coisinha que essa pessoa faz – se nos toca na mão ou diz que foi bom ver-nos, sem nós sabermos sequer se é verdade ou se quer dizer alguma coisa — ela levanta-nos pela alma e põe-nos a cabeça a voar, tonta de tão feliz e feliz de tão tonta. E, logo no momento seguinte, larga-nos a mão, vira a cara e espezinha-nos o coração, matando a vida e o mundo e o mundo e a vida que tínhamos imaginado para os dois. Lembro-me, quando comecei a apaixonar-me pela Maria João, da exaltação e do desespero que traziam essas importantíssimas banalidades. Lembro-me porque ainda agora as senti. Não faz sentido dizer que estou apaixonado por ela há quinze anos. Ou ontem. Ainda estou a apaixonar-me. Gosto mais de estar com ela a fazer as coisas mais chatas do mundo do que estar sozinho ou com qualquer outra pessoa a fazer as coisas mais divertidas. As coisas continuam a ser chatas mas é estar com ela que é divertido. Não importa onde se está ou o que se está a fazer. O que importa é estar com ela. O amor nunca fica resolvido nem se alcança. Cada pormenor é dramático. De cada um tudo depende. Não é qualquer gesto que pode ser romântico ou trágico. Todos os gestos são. Sempre. É esse o medo. É essa a novidade. É assim o amor. Nunca podemos contar com ele. É por isso que nos apaixonamos por quem nos apaixonamos. Porque é uma grande, bendita distracção vivermos assim. Com tanta sorte."
(Miguel Esteves Cardoso, in Jornal Público - 14 Fev 2012)
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