terça-feira, 25 de janeiro de 2011

You know who i am...

Ora aqui está o título da música que, hoje, me deixou a pensar... you know who i am... you know who i am... you know who i am... Muitas vezes afirmo "quem me conhece, já sabe como sou!", mas hoje... hoje fiquei assim "coiso". Será que quem me conhece sabe realmente quem eu sou? Como sou? E eu... dou-me a conhecer?! Dou oportunidade aos que estão à minha volta de saberem quem eu sou, como sou, o que sou?! Ora aqui estão umas questões que quero ver desvendadas. Hoje, o dia é de "crise". Mas, crise da boa! Crise daquela que nos dá vontade de abraçar, beijar, mostrar aos outros quem somos, sentir que alguém nos conhece e sabe do que somos feitos. Quero mais "crises" destas! E... parabéns ao David Fonseca pela "you know who i am". Fantástica!


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mas que belo testemunho...

"Têm sido algumas as emoções e sentimentos que neste espaço aqui tenho vindo a partilhar, com quem lê estes meus artigos e que, de certa forma, por este ou aquele motivo, até se identifica.
Acima de tudo, faço-o porque, não querendo, fazer deste espaço um “muro de lamentações”, até porque só tenho a lamentar as atitudes preconceituosas dos mentecaptos, que diariamente se cruzam no nosso caminho e olham para os nossos filhos como se de ET se tratassem, mas fazem-no porque antes de saírem de casa para a rua esquecem-se de olhar no espelho e comprovarem o tamanho da «burrice» e da «ignorância» com que efectivamente são dotados, antes de olhar preconceituosamente para verdadeiros Raios de Luz.
Há outros pais que, com uma postura absolutamente diferente da nossa, teimam em não querer ver o que de Magnífico há no rosto, na alma e no coração de uma pessoa com deficiência. É tão-somente uma pessoa Especial, porque diferentes e iguais somos todos uns dos outros.
Sinceramente, o que me faz imensa confusão, é quando alguém me diz que fez o “luto”, porque o filho nasceu com deficiência. Ora temos aqui uma antítese, um contra-senso, porque se nasceu uma criança, então não houve lugar a óbito, não há luto nenhum a fazer. Um filho é uma Bênção! Seja ele como for é Nosso e nada vai mudar isso, para o resto da vida. Mesmo os nado-mortos que nascem são sempre filhos dos seus pais, pois é assim que ficam registados na conservatória respectiva.
Também nós ditos “normais”, em qualquer altura podemos tornar-nos pessoas com Deficiência e isso faz de nós anormais ou menos capazes? Passamos de estatuto de válidos para inválidos, porque ficámos com limitações?
Sabem, como cantava e canta a nossa querida Simone de Oliveira na “Desfolhada”, “(…) quem faz um filho fá-lo por gosto (…)” e quem nasce, com ou sem deficiência, supostamente não pediu para nascer. Então se foi concebido com e por Amor, porque não há-de ser recebido com e por Amor também?
É como se se tivesse planeado uma viagem à Itália, e por um problema no voo o avião tenha aterrado na Holanda. Então, mas a Holanda não tem a sua beleza ímpar? A meu ver, até tem mais atractivos que a tornam mais bela e acolhedora do que a Itália: os seus Moinhos, o Queijo, o Chocolate, o Leite, as Tamancas, as Túlipas, os Trajes e a Paisagem.
Vivo rodeada de pessoas com deficiência. São várias as pessoas da minha família e do meu Universo que têm deficiência. E sabem que mais? São pessoas que Amo muitíssimo e de uma forma absolutamente Incondicional.
Alguns são Licenciados, outros ainda crianças, alguns pais, mães, irmãos, irmãs, primos, sobrinhos, ou simples amigos, e assumem a sua condição com toda a naturalidade que a situação impõe, são tão simplesmente o que são! Como pessoas são extraordinariamente belas no coração, no espírito solidário, na forma de Amar absolutamente incondicional.
Para alguns, as pessoas com deficiência são “anormais”, sem direito a nada, talvez a nem existirem. Deverião, na opinião de muitos serem banidos da sociedade, por serem fardos.
Pois eu vos digo aqui e agora, que se o mundo fosse maioritariamente governado por pessoas com deficiência, e fossemos nós os “anormais”, que não seríamos decerto tratados com desdém e preconceito, mas com o Respeito e Consideração que todo e qualquer cidadão têm direito. Sabem porquê? Porque o espírito solidário, de interajuda, de cooperação, com que a maioria das pessoas se pauta, faria com que decerto vivêssemos num mundo melhor, acima de tudo, muito mais solidário.
Com estes meus artigos, em forma de testemunho, tento chegar ate todos aqueles, nomeadamente pais e familiares de pessoas com deficiência, que de uma forma ou de outra teimam em não conseguir aceitar, o que Deus Destinou para eles. Porque quando Deus tira de uma lado, reforça do outro, pois sempre que Ele fecha uma porta, algures abre uma janela, e só temos que a encontrar essa Bendita janela e ver o mundo e o caminho que nos espera através dela, sempre na Estrada do Amor, com a Candeia do Amar Incondicionalmente. Só assim vale a pena viver, Amando e ser Amado por aquilo que tão-somente se é – um Ser Humano!"
(Fonte: Ajudas.com)

Que belo exemplo de AMOR! :)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Oxalá...



Oxalá, me passe a dôr de cabeça...
Oxalá, o passo não me esmoreça...
Oxalá, o Carnaval aconteça...
Oxalá, o povo nunca se esqueça...
Oxalá, eu não ande sem cuidado...
Oxalá eu não passe um mau bocado...
Oxalá, eu não faça tudo à pressa...
Oxalá, meu Futuro aconteça!

Oxalá, que a vida me corra bem...
Oxalá, que a tua vida também!
(Madredeus)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Silence, please!


"Os silêncios são das maiores forças do crescimento psíquico. Representam tempos de pacificação, de resolução de conflitos, de reencontro, mas também são espaços de abertura, portas abertas à comunicação e ao preenchimento do que existe à nossa volta. Surpreendem. Marcam. Fazem adormecer, tanto quanto fazem sonhar."

(Pedro Strech)

Li esta frase frase e parei p'ra pensar! De facto, é muito bom quando temos a capacidade de fazer silêncio nas nossas vidas. É bom para acalmar a agitação em que se vive e bom para a tomada de decisões. Há quem tenha medo do silêncio. Eu não tenho medo... tenho respeito! No entanto, nem sei se o faço muitas ou poucas vezes. Julgo que o faço tantas quantas é necessário. Por vezes, parecem-me muitas, outras vezes, poucas. Não sei! Vou fazendo. Gosto daqueles momentos em que, em silêncio, consigo dizer tanta coisa a quem está comigo. Também gosto daqueles em que os outros falam comigo, sem dizer uma única palavra. Desde que aprendi a olhar nos olhos, descobri coisas que julgava não existirem. Descobri que os olhos dizem coisas que a boca não consegue transmitir. Descobri que é em silêncio que acontecem os momentos mais marcantes das nossas vidas (da minha, bah!) e descobri, ainda, que alguns silêncios também magoam. Magoam muito! Mas são óptimos para crescermos e acordarmos para a realidade da vida. Let it flow!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Em 2011...

eu quero amar... eu quero ser... eu quero viver...

Posso??
:))

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Em jeito de análise ao ano 2010...

"Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!

Viva!!

Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante."

(Augusto Branco)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Areias do Tempo

Cada volta que o ponteiro do relógio dá
Acelera o passo da minha vida
Encurta minha história e antecipa meu fim
Que tem hora marcada pra chegar
Mas que eu desconheço

Cada um de nós é como um livro
Que guarda sua própria história
Com início, meio e fim
Nosso corpo é só uma casa onde a alma habita
E a morte é o último vôo de nossa alma
Que parte por não caber mais nessa casa
Como se quisesse começar uma nova história, um novo livro

Cada minuto que passa pode ser tudo que me resta para viver
Mas eu desperdiço o tempo como se ele fosse infinito
Penso, logo sei que existir é uma circunstância
Que a vida acontece num sopro de Deus
E a chama permanece acesa enquanto estamos vivos

Cada pessoa tem uma criança aprisionada dentro de si
A criança que fomos nunca muda
Nosso corpo é que envelhece ao redor dela
Eu queria viver minha infância toda outra vez
Mas a ampulheta do tempo eu não posso virar

(Pedro Cassiano Aguilar)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Coincidência?! Não acredito!

Hoje acordei com esta música na cabeça...
Cheguei ao carro, liguei o rádio e estava a passar...
Bem... alguma razão há-de ter. Não acredito em coincidências!




A propósito... a música é linda, não é?! :)

domingo, 5 de dezembro de 2010

Juro que não sei...

Não sei o que se anda a passar, só sei que este blogue está cada vez mais parado.
Não vou dizer que "não tenho tempo", porque isso seria uma desculpa de mau pagador. Tenho tempo até de sobra! Mas a verdade é que me falta vontade. Não há um dia que passe em que eu não entre no blogue. Tento até escrever uma nova mensagem, mas a inspiração não surge. A vontade de partilhar "pequenas" coisas também não surge... acho que me estou a tornar demasiado egoísta! Perdoem-me aqueles que ainda perdem o seu precioso tempo neste meu blogue. Deus nos ilumine.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Mas que noite...

Bem, p'ra noite de ontem só tenho uma palavra: MEMORÁVEL! E não... não estou a falar da grandiosa vitória do meu FCP sobre o Benfica (se bem que esse facto também é digno de ser memorável). Não! Eu estou a falar de um outro acontecimento, também na fantástica cidade do Porto... eu estou a falar do maravilhoso concerto dos 30 anos de carreira do Rui Veloso. E que concerto!!! Bem, eu gosto do Rui Veloso, mas confesso que não tinha grandes expectativas em relação ao concerto, mas a verdade é que saí de lá com o coração preenchido. Foi tão bom! A sério, tudo o que senti ontem... humm... não consigo descrever em palavras! Foi bom demais! Absolutamente divino! E o melhor... o Rui presenteou-nos com alguns convidados especiais. E imaginem só, na mesma noite eu ouvi as minhas 3 músicas de eleição: Pronúncia do Norte (dueto com o Rui Reininho), Eu não sei quem te perdeu (dueto com o Pedro Abrunhosa, lindo... lindo... lindo) e Porto Sentido (p'ra mim, o momento da noite. Arrepiou!)... Foi SUBLIME! Estou felicíssima por ter estado ontem no Coliseu do Porto, naquelas "quase" 3 horas de espectáculo emocionante, do principio ao fim. Foi lindo... muito lindo!
E hoje, apesar das 3 horas de sono mal dormidas (tal era a excitação), estou aqui, com este coração a transbordar de alegria. Que bom ter sensibilidade para sentir estes pequenos momentos que, do nada, se tornam grandiosos.



Eu estive lá! :))

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Só o Amor...

Apesar das desilusões, das "cabeçadas na parede", dos momentos de tristeza... só o amor é capaz de fazer girar o mundo. Só o amor é capaz de nos pôr a mexer. Só o amor vale a pena. Só o AMOR! Mas claro, o "Amor" é muita coisa! E na verdade, nada vale a pena se não for com/por amor!


"Só o amor me faz correr,

Só o amor me faz ficar,

Só o amor me faz perder,

Só o amor me faz querer mais!"

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dando continuidade ao post anterior...

Do coração...

Boa noite Senhor!
Hoje sinto que a nossa ponte já não está firme. Sinto que já fomos mais! Tu, continuas com toda a paciência neste meu amor que é de tal forma imperfeito que Te deixa muitas vezes para depois, para o amanhã. Que nos distancia. Nos afasta. Mas Tu... Tu esperas. Tu tens o chão. Tens as palavras entre a luz e a escuridão. Tu tens a dor, tens o silêncio. Tens a Paz. Tens a loucura. Tu tens as mãos. Tens o desejo de que bata em nós um só coração. E eu???
Eu tenho o tempo... mas não tenho vontade. Eu tenho o dia, mas estou na noite. Eu tenho a terra mas não deixo que as Tuas mãos a moldem. Eu tenho coração mas não quero que o controles. Tu libertas demais. É uma liberdade exigentemente bonita, mas ao mesmo tempo, assustadora. E eu tenho medo! Porque moldei-me a uma protecção demasiado fechada. Eu gosto de Ti. Mas tenho medo de Te amar. Tenho medo que o Teu caminho me fuja. Tenho medo da Tua sinceridade. Tenho medo da Tua verdade completa. Eu quero ser mais, Senhor! Quero ser mais com o outro... quero ser mais do outro. Quero aprender a amar o próximo. Não quero só gostar dele. Não! Eu quero amá-lo. Quero fazer o que for preciso. Sem medo. Ajudas-me?! Eu quero construir pontes e não barreiras. Quero criar laços... quero viver esta nossa relação com seriedade. Sem mais promessas, sem mais esquecimentos... sem ser preciso uma casa, um momento de paragem, de reflexão, de interioridade, de silêncio exterior para nos encontrarmos.
Ensina-me, Senhor, a calar esta ansiedade, esta vontade de dizer palavras insignificantes e conseguir ouvir-Te. Ensina-me a deixar que me pegues ao colo com toda a protecção que me tens, com todo o mimo que me dás, com tudo o que o Teu amor transforma quando deixo que ele me inunde. Pois sei que a obediência a este amor é a procura incessante de um projecto de felicidade que deliciosamente traçaste para mim.
Tiras-me a cegueira?! A surdez?! Curas-me desta doença que nos afasta e me faz procurar-Te apenas quando o mundo desaba?! Fazes-me caminhar de novo... alegremente?!
Senhor, hoje, aqui me encontro de coração completamente em Ti!
(Adaptado: Oração Post-Convívio)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Música do dia

Dreams Collide de Colbie Caillat.