segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Love... love... love...


Oh dia mais lindo... É tão bonito, ver os casais de namorados, amigos, amantizados, e muitos outros "ados"" que andam por aí, preocupados com "o que vou dar à minha cara metade?!". Oh minha gente... dêem-lhes Amor! É a única coisa de que precisam... Amor! Mas Amor com A grande... Amor com dedicação... Amor com carinho... Amor com compreensão... Amor com paixão... Amor com a simplicidade do acto de amar. Adoro este dia! Não porque seja fã da existência de uma data para assinalar certos factos. Não, nada disso! Mas gosto, gosto da nostalgia que se vive, gosto de saber que, ao menos neste dia, muitos casais "adormecidos" olham um para o outro. Gosto de acreditar nisso... Sou optimista por natureza e, por isso, acredito (tal como Santo Agostinho acreditava) que a medida do amor é amar sem medida. Muito simples. Só temos que praticar.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Rir é o melhor remédio.

Hoje partilho um texto da B. Adorei!
Este texto deveria ser lido e interiorizado por todos os habitantes deste planeta! Ai como seríamos bem mais felizes! :)

"Ri quando tiveres vontade. Conter o riso faz mal e desaconselha-se. Ri bem. Ri alto e descontroladamente. Atira a cabeça lá para trás, proclama bem alto a tua alegria. Ficarias surpreendido se conseguisses imaginar a reverberação que uma gargalhada produz.
Rir faz mover um número imenso de músculos sem dares conta e é muito mais fácil e espontâneo do que fazer uma cara severa, por isso, entrega-te à preguiça e ri a bandeiras despregadas. Abraça o diafragma, quando começar a doer e agarra-te a algo ou alguém porque, se for uma gargalhada a sério, até as pernas vão falhar. Já viste que respiras melhor e vês melhor as cores depois de rires?
Ri nas coisas simples, nas coisas comezinhas: ri quando atendes o telefone, quando ligas o motor do teu carro, quando encontras o teu amigo, ri à menina da caixa do supermercado, ri quando vês algo divertido ou ridículo, ri até quando o motivo da diversão ou do ridículo és tu.
Ri quando não sabes o que dizer. Ri quando queres dizer mais do que aquilo que podes ou deves.
Ri quando gostas. Quando sentes prazer. E ri quando dói, também. Se a dor for física é mais fácil; se for da alma, ao menos tenta. Livra-te de fugir ao que sabes que te fará rir, da mesma forma que não abres o guarda-chuva se o sol te puder aquecer. Ficas mais bonito e mais humano. Os animais não riem, pois não?
Ri quando ninguém está à espera. Surpreende e encanta! Não te contenhas.
Ri mesmo que tenhas que ir buscar o sorriso a ferros. Mesmo que sintas doer as bochechas, por ser forçado.
Ri porque alguém, algures, inesperadamente, há-de reparar no teu sorriso, admirá-lo e, quem sabe, deixar-se contagiar. E, nesse momento, terás produzido um efeito maravilhoso e ficarás gravado para sempre na sua memória.
E agora diz lá se não sorriste, ao menos um boacadinho, ao ler-me?!"