As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
Da história da gente
E outras de quem nem o nome
lembramos ouvir.
São emoções que dão vida
À saudade que trago
Aquelas que tive contigo
E acabei por perder.
Há dias que marcam a alma
E a vida da gente
E aquele em que tu me deixaste
Não posso esquecer.
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera.
Ai... meu choro de moça perdida
Gritava à cidade
Que o fogo do amor sob chuva
Há instantes morrera.
A chuva ouviu e calou
Meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade.
(Jorge Fernando)
É linda... É triste mas é linda.
ResponderEliminarE é aquela tristeza que não dói mas contempla e recorda. É uma tristeza saudável...
B...
ResponderEliminarÉ mesmo! Sabes, eu gosto muito desta música... não me faz ficar triste, mas faz-me pensar na vida... nas coisas vulgares, nas pessoas que passam por nós e deixam sempre algo, no tempo passado, no futuro que há-de vir... enfim... é mesmo uma música pra se ouvir em silêncio... exterior e interior! :)
Obviamente que a letra é muito profunda e cantada por uma voz magnífica como a da Mariza, mais profunda se torna! Sabe bem! :)
Já tinha saudades de vir a este blog. :)
ResponderEliminarMariza é algo de extraordinário, quem viu o concerto dela em Macedo na outra semana creio que não ficou indeferente. ;D
Sempre com grandes músicas, grandes artistas, um valor nas palavras que transmitam estas. É sempre bom.
Nádia...
ResponderEliminarE eu já tinha saudades de te ver por cá! :))
É msm... Mariza é Fantástica!
:)